terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Mais um ano a Associação Filhos e Amigos de Ipu - AFAI realizou na cidade de Ipu, no quadro da Igrejinha, mais uma tradicional "Festa do Reencontro", atrações musicais e exposição de artesanato marcaram esse que já entrou no calendário sociocultural do município de Ipu.

Todos os anos ipuenses que residem em outras cidades e até mesmo em outros estados e países fazem questão de participarem da "Festa do Reencontro" a intensão é descontrair e rever os amigos e conterrâneos que chegam a passar anos sem vim a terra de Iracema.

A idealização do evento partiu do Professor e Acadêmico, Francisco de Assis Martins (Prof. Chico Melo) que ha mais de dez anos, quando iniciou pela primeira vez, não esperava que o mesmo se tomasse de uma importância tão grande, como é nos dias de hoje AFAI ela engrenou a festa em nossa cidade, de uma forma intensa, que já faz parte do calendário e das atividades sociais do município “explica o ex presidente da AFAI.

Anualmente a AFAI durante a "Festa do Reencontro" outorga a "Comenda de Prata" a ipuenses ou amigos que se destacaram como memórias vivas da história ou da vida artística e literária da cidade, nesse ano de 2012, o filiados da associação escolheram para receber a comenda as famílias do músico ipuense, recentemente falecido, José de Alencar Soares, um dos maiores violonistas do Brasil e da professora Maria Vasconcelos Aragão.

Outro prêmio entregue durante o evento é o "Troféu Iracema" que é uma homenagem em vida, aos ipuenses ou amigos do Ipu que se destacaram em algum dos diferentes ramos profissional ou cultural, para 2012 os agraciados escolhidos através de votação foram os ipuenses: O Juiz de Paz, José Gessy Torquato e o professor aposentado, Francisco de Assis Martins (Prof. Chico Melo).

As atrações musicais ficaram por conta dos talentos genuinamente ipuenses: A banda de pop rock, Toxemia, o grupo de pagode, Raça Líder, a orquestra de câmara, Saxteto; grupo de chorinho, Choro Feliz e por fim o sanfoneiro Carlinhos Sampaio e o forró Pele Macia.


A música, ou determinadas músicas, têm, para mim, sentimentos parecidos com aqueles amores ou paixões  que cada um já teve no passado e os mais jovens vivem no presente.
A gente conhece uma garota, bate um papo, vai para o baile, dança  e gosta, simplesmente;  Na segunda vez acontece o mesmo e essa afeição vai naturalmente tomando uma forma diferente ao ponto de acontecer, já, algumas faíscas de ciúmes. É o primeiro sintoma da paixão. A partir da terceira e mais vezes estão ambos, literalmente apaixonados.
Da mesma forma a música. São dezenas e dezenas as minhas paixões.  Ouço uma vez, viajo na sua melodia e letra e gosto.  Ouço mais atentamente a segunda e outras vezes e, de repente, a paixão me domina.
Mas é tão latente essa paixão que muitas vezes escutando hoje determinada música ela nos joga tão rapidamente ao passado que de repente nos encontramos ao lado daquela outra paixão.
Coisas que somente o sentimento explica, sem, contudo,  nos dá o direito do por que.
“NÃO TENHO NADA A PERDER”  de ROBERTO CARLOS é uma das minhas paixões.
Abilio, 27 jan 2012