segunda-feira, 21 de abril de 2014

Líder da Inconfidência Mineira

Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes)

1746, Minas Gerais
21/04/1792, Rio de Janeiro
Da Redação
Em São Paulo
[creditofoto]
Ilustração de Tiradentes
Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir daIndependência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos.

Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular.

Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil.

A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos.

Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica.

Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.

Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

No dia 21 de abril comemora-se o dia de Tiradentes. Joaquim José da Silva Xavier, nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José (hoje Tiradentes) e São João Del Rei em Minas Gerais, no ano de 1746, tornou-se o mártir da Inconfidência Mineira.
Tiradentes ficou órfão de mãe aos nove anos de idade, perdeu o pai aos onze anos, e foi criado pelo padrinho na cidade de Vila Rica, hoje conhecida como Ouro Preto.
O apelido de Tiradentes veio da profissão de dentista que exercera com muita responsabilidade, mas o ofício que mais lhe promoveu foi o de soldado, integrante do movimento da Inconfidência Mineira - que o levou à morte em praça pública, por enforcamento e esquartejamento.
A Inconfidência Mineira foi um abalo causado pela busca da libertação do Brasil diante da monarquia portuguesa, ocorrendo por longos anos, no final do século XVIII.
Na cidade de Vila Rica e nas proximidades da mesma eram extraídos ouro e pedras preciosas. Os portugueses se apossavam dessas matérias-primas e as comercializavam pelos países europeus, fazendo fortuna à custa das riquezas de nosso país, ou seja, o Brasil era grandemente explorado por essa nação.
O reinado de Portugal no Brasil cobrava impostos caríssimos (o quinto) e a população decidiu se libertar das imposições advindas do governo português. A sociedade mineira contrabandeava ouro e diamante, além de atrasar o pagamento dos impostos.
Com o fortalecimento das ideias contra os portugueses, aconteceu a Inconfidência Mineira, tendo como principais objetivos: buscar a autonomia da província; conseguir um governo republicano com mandato de Tomás Antônio Gonzaga; tornar São João Del Rei a capital; conseguir a libertação dos escravos nascidos no Brasil; dar início à implantação da primeira universidade da região; dentre outros.
Durante o movimento, as notícias de que os inconfidentes tentariam derrubar o governo de Portugal chegaram aos ouvidos do imperador, que decretou a prisão deles. Tiradentes, para defender seus amigos, assumiu toda a responsabilidade pelo movimento e foi condenado à morte.
O governo fez questão de mostrar em praça pública o sofrimento de Tiradentes, a fim de inibir a população de fazer manifestos que apresentassem ideologias diferentes. Em 21 de abril de 1792, Tiradentes percorreu o trajeto, chegando à cadeia pública da região, foi enforcado após a leitura de sua sentença condenatória.
Ainda hoje podemos ver o museu da Inconfidência Mineira, que está localizado na Praça Tiradentes, na cidade de Ouro Preto, local onde é preservada a memória desse acontecimento tão importante da história do Brasil, com o ciclo do ouro e as obras de arte de Aleijadinho.
Por Jussara de Barros

domingo, 20 de abril de 2014

Você está em: Home CIDADE , IPU , PRINCIPAL Em Ipu: Missas e oração marcam a Sexta-feira Santa

 Centenas de  católicos lotaram a Igreja Matriz de São Sebastião em Ipu, na tarde de Sexta-Feira Santa, para a adoração à cruz.A cerimônia foi presidida pelo nosso pároco, Pe. Nonato Timbó de Paiva, que contou também com a presença do Vigário Paroquial Pe. Elânio Carvalho Alcântara e do Diác. Lucas do Nascimento Moreira. O culto religioso celebra a morte e a crucificação de Jesus Cristo e acontece em todas as igrejas.

Conhecida também como ‘Sexta-Feira da Paixão’, é a data em que os cristãos recordam o julgamento, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Nesse dia não se celebra missa em nenhuma parte do mundo. Para esse mesmo dia a Sagrada Liturgia nos orienta que o altar deve estar completamente despido de toalhas, sem cruz e sem velas, recordando a morte de Jesus. Também segue a orientação de que o presidente da Celebração e os ministros ao aproximarem-se do altar deverão fazer reverência por um breve tempo; prostram-se ou ajoelham-se em sinal de uma humanidade rebaixada e oprimida, mas que ao mesmo tempo sabe ser penitente e implora o perdão dos seus pecados. 

O Pe. Nonato, juntamente com o Pe. Elânio e o Diác. Lucas entraram em procissão e em silêncio prostram-se diante do Altar que estava completamente sem adornos. Logo em seguida aconteceu a Celebração da Liturgia da Palavra, por meio da qual meditamos e rezamos os textos do profeta Is 52,13-53,12/que fala do quarto canto do Servo de Javé: o justo que morreu pelo povo, da leitura aos Hb 4,14-16;5,7-9/apresenta que Jesus viveu a profundeza da desolação humana, mas por sua obediência foi atendido por Deus. 

Por fim, o Pe. Nonato cantou solenemente a Paixão de Jesus, recordando-nos assim o dia em que o próprio Filho de Deus, nascido de Maria como servo de todos, morreu pela remissão de nossos pecados. O dia em que Jesus mostra-se de que jeito ele é Rei e Rei Universal, ao mesmo tempo em que se apresenta como Sacerdote e Mediador único entre Deus e a humanidade. Depois, deu-se prosseguimento a Celebração com o Rito de Adoração da Santa Cruz, onde cada fiel seguiu em procissão para beijar a Santa Cruz (ato seguido de genuflexão ou inclinação profunda).
 

Como nesse dia não há Missa, aconteceu à distribuição da Sagrada Comunhão. Em seguida, todos saíram em procissão e em silêncio com as imagens de Jesus Morto e Nossa Senhora das Dores até a Igrejinha. Observação: logo mais, às 24h (meia-noite), haverá a Celebração da Vigília Pascal/Benção do Fogo, que começará no Santuário de Nossa Senhora das Graças (Alto da Boa Vista) e seguirá em procissão até a Igreja Matriz. 

Galeria de fotos: 
Paróquia São Sebastião
Caderno: CIDADE , IPU , PRINCIPAL



Páscoa...

É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.
É vermos que hoje...
somos melhores do que fomos ontem.

Desejo a todos os amigos e amigas uma

Feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!